trabalho remoto

Quais são as tecnologias que facilitam o trabalho remoto?

Conteúdo produzido pela Superlógica

 

Com um momento atípico da civilização, devido a pandemia de COVID-19, é de se esperar que ocorram mudanças em seus diferentes setores. A esfera do trabalho não escapa dessa realidade, com a migração forçada para o home office. Diariamente se desenvolve e sofisticam tecnologias que facilitam o trabalho remoto, mesmo para aqueles que não vislumbravam esse movimento para seu negócio.

Segundo um levantamento da consultoria norte-americana Gartner, em 9 países (incluindo o Brasil) 55% dos colaboradores entrevistados pretendem trabalhar remotamente. Além disso, de acordo com a Global Workplace Analytics, 56% da força de trabalho nos Estados Unidos tem cargos que são compatíveis – mesmo que parcialmente – com um regime remoto.

Porém, mesmo com muitos indícios que esse modelo pode manter sua força no futuro, não se pode implantá-lo sem o apoio de ferramentas e equipamentos propícios. Afinal, é preciso manter a eficiência das operações rotineiras, como vendas, atendimentos e faturamento entre outras.

Confira abaixo 5 tecnologias essenciais para viabilizar um teletrabalho eficaz!

1. Começando pelos equipamentos

Trata-se de um elemento fundamental para permitir que seus colaboradores não só mantenham o desempenho, mas consigam, de fato, exercer suas funções. Assim, a empresa precisa definir quais são os equipamentos essenciais para prover a esses indivíduos.

A princípio, o mais crítico são os computadores, afinal, nem todos os domicílios brasileiros possuem computadores. De acordo com a TIC Domicílios, um levantamento do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), de 2019, 57% dos domicílios brasileiros em áreas urbanas não possuíam computadores pessoais.

Portanto, recomenda-se que a empresa forneça o dispositivo aos seus funcionários. Um notebook é a melhor opção, visto que, algumas empresas ou funções precisem exercê-lo de forma parcial.

Um computador para fins profissionais também tem caráter de segurança. Determinadas atividades de negócio exigem um fluxo de dados sensíveis da própria organização ou de seus clientes. Por isso, é importante diferenciar os fins de cada dispositivo.

2. Conexão estável com a internet

A banda larga parece algo tão natural para alguns ou no ambiente de trabalho que esquecemos de uma parcela que não tem acesso. E isso, naturalmente, inviabiliza a realização do home office.

Ainda segundo a TIC Domicílios de 2018, 28% das casas brasileiras não têm acesso à internet. O número salta para 50% quando se considera as classes D e E. Portanto, é importante se certificar que o colaborador tenha acesso à internet com a velocidade minimamente necessária para desempenhar seu papel. 

Uma opção é converter o vale transporte em um auxílio para compra de um pacote maior de dados, visto que ele não vai mais a empresa. Se, mesmo assim, não for possível aumentar a velocidade na casa dos colaboradores, pode-se viabilizar seu transporte para áreas de coworking próximas – tudo com os devidos aparatos para proteção à saúde.

3. Programas de videoconferência

Com a ausência da pessoalidade e a experiência presencial de conversar com um líder, subordinado ou cliente, é fundamental ter uma ferramenta permita isso de forma virtual. 

As videoconferências viraram um grande trunfo das empresas nesse momento. Inclusive, virou um mercado em crescimento exponencial no mundo, com plataformas como Zoom, Google Meet e Microsoft Teams registrando recordes de usuários ativos.

Essas ferramentas permitem que gestores realizem tanto suas reuniões regulares com seus colaboradores, para alinhar expectativas, dar feedbacks, fazer reuniões 1on1 ou simplesmente colocar o papo em dia.

Porém, é importante ligar um sinal de alerta. Reuniões longas, consecutivas e excessivas durante a semana podem causar exaustão nas pessoas. Um dos principais motivos é uma maior exigência de atenção para absorver um assunto, já que, em uma conversa, o cérebro registra muitas outras percepções não verbais entender um discurso.

Faça testes para descobrir quais são as periodicidades e durações ideais nas videochamadas, inclusive, nas chamadas com prospectos e clientes, para exaurí-los!

4. Sistema online, a famosa nuvem

Existe um grande escopo de tecnologias que não nasceu, necessariamente, para viabilizar o trabalho remoto, mas virou um agente crucial desse modelo: a nuvem. Do inglês cloud, a computação em nuvem é o que permite o armazenamento e transmissão de dados sem a necessidade de um container físico.

Ela também, geralmente, exclui a necessidade das empresas fazerem o gerenciamento dessas informações e dos espaços. A nuvem é disponibilizada por uma rede de servidores (computadores potentes), espalhados pelo mundo inteiro, com uma densa proteção por criptografia para evitar o ataque de hackers.

É através no espaço disponibilizado por essas tecnologias que muitas empresas desenvolvem seus softwares e ferramentas. E os benefícios, num regime de trabalho remoto, são muito maiores do que aqueles exigem instalação diretamente nos computadores (desktop).

Com um sistema online sua empresa conta com uma série de vantagens:

  • Trabalhar de onde quiser (não só de casa), bastando ter o login, a senha e uma conexão estável com a internet;
  • Atualizações e correção de erros constantes, sem necessidade de compra ou download da versão mais nova;
  • Segurança de não perder dados e documentos importantes, caso o computador entre em pane;
  • Não há necessidade de gerenciar a infraestrutura do sistema e dos bancos de dados, quem faz isso é o fornecedor.

5. Ferramentas de gestão de pessoas e resultados

A gestão de pessoas de forma remota não é precisa ser algo tão complicado ou um assunto inóspito como muitos tratam. Pontos-chave como confiança nos seus colaboradores e um foco maior nos resultados, ao invés do cumprimento de expedientes, são essenciais para uma boa transição.

Entretanto, ainda é preciso manter-se atento no cumprimento de objetivos e na gestão de projetos. Não se trata de microgerenciar atividades, mas sim de manter todos atentos e direcionados aos principais objetivos da empresa, e que os key results reflitam isso.

A metodologia OKR (Objectives and Key Results), que reflete essa abordagem, é utilizada em várias grandes empresas pelo mundo, como Adobe, Amazon, Google e muitas outras. E existem soluções online, no mercado brasileiro, que permitem a gestão das OKRs.

Sobre a Superlógica

A Superlógica desenvolve o software de gestão líder do mercado brasileiro para empresas de serviço recorrente. Somos referência em economia da recorrência e atuamos nos mercados de SaaS e Assinaturas, Condomínios, Imobiliárias.