avaliação de desempenho

[SuperPost] Tudo sobre Avaliação de Desempenho: 90º, 180º e 360º

A avaliação de desempenho é uma das ferramentas mais tradicionais dentro da área de gestão de pessoas. Por mais que realizada de maneiras diferentes, olhar para a performance do colaborador de tempos em tempos a fim de medir sua evolução e produtividade faz parte da agenda das empresas há anos. 

 

Com o amadurecimento do setor de recursos humanos e o entendimento de que os colaboradores são o ativo mais valioso dos negócios, a avaliação de desempenho ganhou um perfil mais estratégico e analítico. Hoje seus resultados podem — e deveriam — ser levados em consideração na hora de promover, advertir ou desligar alguém. 

 

Além disso, a ferramenta traz insumos para o corpo diretor da empresa tomar decisões estratégicas e econômicas. Por exemplo: ao ter em mãos o desempenho e motivação média do corpo de profissionais, é possível prever, no planejamento estratégico, se para atingir as metas estipuladas é preciso investir em contratações ou se algum ajuste no quadro de funcionários deverá ser feito.

 

Com impacto relevante na produção, economia e rotina da empresa, uma avaliação de desempenho bem feita e análise de seus resultados são cruciais para o sucesso do negócio. Existem, porém, diversas maneiras de execução e aplicação dessa ferramenta. Aprenda neste artigo tudo sobre avaliação de desempenho 360º, 180º e 90º.

Qual a importância da avaliação de desempenho?

 

Empresas com estratégias maduras de people analytics têm, em média, de acordo com uma pesquisa da Visier, uma de margem de lucro 56% maior do que as que estão começando a desenvolver essa técnica. Além disso, elas apresentam um retorno sobre ativos 22% mais elevado. 

Por mais que seja comprovado que os negócios que analisam os dados de desempenho dos colaboradores têm mais sucesso, apenas 4% das empresas realmente investem nesta área, de acordo com uma pesquisa da Bain & Company. Uma das explicações para essa baixa adesão é o pensamento de que estruturar um RH analícitco é custoso e demora para dar retorno. 

A avaliação de desempenho desmistifica essas duas afirmações, se mostrando como uma forma simples, rápida e barata de se começar a recolher dados dos colaboradores. Por meio de softwares, formulários ou a boa e velha conversa é possível reunir diversas informações sobre o desempenho de um profissional a fim de melhorar sua produtividade e engajamento no negócio.

E nunca é demais lembrar que maior engajamento traz retornos financeiros relevantes aos negócios. Uma pesquisa publicada no Journal Of Applied Psychology, por exemplo, mostrou que  equipes com maior taxa de engajamento conquistaram entre 80 mil e 120 mil dólares a  mais de receita do que os times menos engajados. 

A avaliação de desempenho serve tanto para a empresa ajudar a engajar os colaboradores, entendendo seus pontos a serem melhorados e valorizando suas conquistas, quanto identificar as áreas que precisam desenvolver melhores estratégias de engajamento. 

Além disso, outros benefícios da avaliação de desempenho são:

  • Estruturar feedbacks;
  • Corrigir rápidos desvios de conduta;
  • Valorizar o bom trabalho;
  • Entender as fraquezas e fortalezas de cada um;
  • Incentivar a transparência;
  • Dar um norte ao colaborador;
  • Aumentar o ROI dos  negócios perante às contratações;
  • Diminuir turnover;
  • Prever crises. 

O que se avalia na avaliação de desempenho?

Existem dois campos principais de avaliação nesta ferramenta: o comportamental e o técnico. No primeiro são avaliadas as chamadas soft skills, como relacionamento interpessoal, capacidade de trabalhar em time, resposta a feedbacks, capacidade de se desafiar, comportamento em geral. Já o segundo é voltado para as habilidades técnicas da pessoa dentro da  função que executa. 

Para não haver desvios e manter uma uniformidade em todas as avaliações de desempenhos o ideal é elencar os itens a serem avaliados em cada um desses campos. Se para a empresa é importante, por exemplo, a inovação, nas soft skills podem ser avaliadas a capacidade de inovar, a curiosidade por novidades, se a pessoa costuma procurar novos jeitos de resolver problemas, se é criativa, se divide ideias e contribui para a construção de soluções em conjunto, etc. 

O mesmo processo deve ser feito para as habilidade técnicas, ou hard skills. Se se está avaliando o time de conteúdo, por exemplo, é possível elencar a capacidade textual, escrita original, obediência à norma culta, clareza, objetividade, coerência e coesão como fatores a serem avaliados. 

O importante é, dentro dessas duas esferas, elencar os mesmos pontos de avaliação para uma mesma equipe. Existem empresas, porém, que mantém perguntas padrão para todas as áreas, como “ o colaborador atende às expectativas técnicas”, nesse caso, é importante que quem esteja avaliando saiba exatamente quais habilidades levar em consideração e manter o mesmo padrão de análise para todos os avaliados.

 

Quais são os tipos de avaliação de desempenho?

 

Como falamos, existem diferentes formas de se aplicar a avaliação de desempenho e isso é uma das principais vantagens dessa ferramenta, pois assim ela pode ser adaptada para a realidade de qualquer negócio. Conheça as variações:

Autoavaliação

 

Aqui o avaliador e o avaliado são a mesma pessoa. Nesse caso, o profissional dá a nota para o seu próprio trabalho e desempenho e depois marca uma reunião com o seu líder para receber o feedback. A vantagem aqui é a possibilidade de entender o que o colaborador enxerga de seu trabalho, suas expectativas quanto a evolução dentro da empresa e onde quer se desenvolver. 

Uma atenção especial deve ser dada ao fato que, mesmo que inconscientemente, alguns colaboradores podem ser muito “gentis” em sua avaliação ou muito rigorosos. Por isso, o ideal é que essa visão seja somada a outras para desenhar um desempenho mais perto do verdadeiro. 

Avaliação do Líder

Os liderados avaliam o desempenho de seu gestor direto nesta modalidade. Dessa forma, eles podem dar feedbacks quanto ao poder de gestão do líder, mostrando caminhos mais assertivos e apontando comportamentos que prejudicam a motivação e desempenho dos colaboradores.  Essa variação é de extrema importância para criar lideranças mais inspiradoras e eficientes. 

 

Avaliação do Time

 

Neste caso, os pares se avaliam. Se a equipe é formada por quatro pessoas, todos devem avaliar cada membro, por exemplo. Esta é uma forma de medir a sinergia entre o grupo, avaliar quais pontos devem ser ajustados para melhorar a performance do time como um todo e como as forças podem se somar.  

Aqui, especialmente, devem ser levados em conta os desvios – que falaremos mais adiante – em consideração, isso porque, naturalmente, as pessoas têm afinidade mais com uns do que com outros, o que pode fazer com a avaliação seja bondosa ou rigorosa demais. 

Avaliação de desempenho 360º

 

Neste caso as três esferas aparecem em cada ciclo de avaliação, ou seja, o colaborador é avaliado por ele mesmo, por seu líder e por seus pares. Essa é a melhor forma de evitar desvios e ter uma imagem realmente real do desempenho de um profissional. Ao fazer a média de todas as avaliações é possível identificar os pontos de melhoria e os acertos do colaborador, ajustar a visão que ele tem do próprio trabalho, a relação com o líder e com o time. 

Avaliação de desempenho 180º

 

Essa é a forma mais tradicional de avaliação, quando o gestor direto olha para o trabalho do profissional em conjunto com o avaliado. Em conversa, os dois analisam o trabalham e discutem as melhorias. Essa maneira é eficaz porque une o ponto de vista da gestão e da operação, tendo os dois que chegar em um consenso sobre o real desempenho do profissional. 

 

Avaliação de desempenho 90º

 

Aqui o gestor direto faz a avaliação. Se feita de maneira imparcial, levando em consideração os mesmos pontos para todos os colaboradores, e sincera, ela pode ser bastante efetiva, também. Os líderes têm uma visão mais geral do trabalho executado, então eles conseguem enxergar de maneira mais clara como a pessoa se encaixa dentro da estratégia do negócio e como pode evoluir dentro dele. 

 

Avaliação de desempenho por competências

humor no trabalho

As duas esferas da avaliação de desempenho são explicitadas nessa categoria. Nela, os avaliadores olham especificamente para dois blocos de perguntas: o de soft skills e o de hard skills. Dessa forma é possível separar bem os conceitos e mensurar de forma mais clara as respostas. 

Principais métodos de avaliação de desempenho

 

 A avaliação de desempenho deve ser feita, de preferência, trimestralmente, assim não sobrecarrega os avaliadores nem permite uma fotografia, ao invés de uma avaliação real — se feita anualmente ou semestralmente, os avaliadores tendem a levar em consideração os acontecimentos recentes, o que pode culminar em desvios. Além disso, se o tempo entre os ciclos de avaliação é grande, as mudanças necessárias demoram para ser executadas, prejudicando a  operação.

Agora que você já sabe quando e qual avaliação escolher, vamos ao como. Geralmente essa ferramenta se apresenta em forma de perguntas e respostas sobre os pontos a serem avaliados. O formulário pode ser aplicado virtualmente ou respondido pessoalmente, no caso das avaliações 180º.

O importante é se certificar que as perguntas são iguais, claras e não induzem ao erro. Por isso, o ideal é testar o questionário antes de aplicá-lo de forma massificada na empresa. Hoje existem softwares que rodam ciclicamente a pesquisa de desempenho, gerando gráficos automáticos, garantindo o anonimato quando necessário e lembrando o colaborador de responder a avaliação. Dessa forma, são facilitadas a aplicação, a mensuração dos resultados e estruturação de um feedback. 

Algumas formas mais comuns de questionário são:

Discursivo

 

As perguntas pedem respostas discursivas do avaliador. Essa forma é menos prática, porém é a mais simples para entender  a visão real sobre o avaliado. Nela quem está respondendo o questionário pode expressar da melhor forma sua opinião. As questões se apresentam assim: “Como você avalia a performance técnica de Fulano? Explique o motivo”

Objetivo

Aqui o avaliador precisa escolher uma das respostas pré determinadas para diferentes perguntas sobre o avaliado. Por exemplo: “ Como você avalia o comprometimento de fulano? ( ) poderia melhorar ( ) bom ( ) muito bom”

Escala

Como o próprio nome já diz, o avaliador precisará dar uma nota dentro de uma escala numérica para o avaliado de acordo com a pergunta. Exemplo: “ Como você avalia o trabalho em equipe de Fulano? Sendo 0 muito ruim e 5 muito bom .  ( ) 0 ( )1 ( )2 ( )3 ( ) 4 ( ) 5”

O que fazer com o resultado da avaliação de desempenho?

 

Os diferentes métodos de avaliação de desempenho culminam em formas distintas de dados sobre os colaboradores. Se a forma escolhida foi a discursiva em uma avaliação 360º, por exemplo, para dar a nota final, um mediador terá que ler todas as respostas, identificar os pontos comuns e, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, dar uma nota

Quando usados métodos objetivos, algumas percepções são perdidas, mas a mensuração final é facilitada, bastando fazer uma média numérica de cada ponto abordado na avaliação.

A partir dessas análises existem dois caminhos principais a serem seguidos: a construção de um plano de desenvolvimento individual e de um feedback estruturado com base nos pontos fortes e fracos de cada um. 

O primeiro caminho ajuda a empresa a ter uma visão ampla sobre a trajetória do profissional dentro do negócio, mostrando quais pontos evoluíram, quais retrocederam ou permaneceram iguais, além de ter registrado os objetivos do colaborador dentro da empresa e o que este se compromete a  fazer para alcançá-los. Esses dados podem ser usados para definir promoções, subsídio para aprimoramento, troca de área ou, porventura, desligamentos. 

O feedback estruturado é uma das partes mais importantes da avaliação de desempenho, por meio dele que o colaborador vai entender qual é a percepção dos seus colegas e de líderes sobre seu trabalho, e poderá comparar com sua própria opinião. Nesse momento é crucial que todos os pontos negativos e positivos sejam mencionados, para que o colaborador consiga, na prática, enxergar como evoluir. 

 

Avaliação de desempenho e cultura da empresa

Para além do impacto no desenvolvimento da carreira dos profissionais, a avaliação de desempenho pode ainda ajudar o negócio a entender o grau de maturidade da sua cultura. Imagine o seguinte cenário: ao averiguar todas as avaliações, se percebe que todos os líderes receberam notas abaixo do esperado quanto a habilidade de gestão. Isso significa que o negócio precisa oferecer treinamento de gestão para suas lideranças.

Outros dados sobre a empresa que podem ser angariados a partir da análise da avaliação de desempenho:

  • Nível de comprometimento e engajamento dos colaboradores;
  • Sintonia dos profissionais com os valores do negócio;
  • Integração entre as áreas;
  • Sinergia dos times. 

 

Análise de dados

 

Para poder chegar a essas conclusões, no entanto, é preciso separar, organizar e analisar os dados provenientes da avaliação. Há diferentes formas de fazer isso, o método mais simples é colocar as informações em uma planilha e fazer os filtros de acordo com o que se quer avaliar. Mas existem formas mais gráficas que ajudam a enxergar melhor a evolução de cada um e fazer a  comparação entre os colaboradores. 

Lembrando que é essencial para poder fazer essas medições que os critérios de  avaliação sejam padronizados, assim como os pesos para cada  profissional. Se para os líderes a gestão de tarefas é algo mais importante do que para os liderados, por exemplo, não adianta aumentar o peso dessa questão na avaliação deles. Caso isso seja feito, é impossível usar uma matriz de dados correta  para enxergar o todo.

As formas mais conhecidas de análise de dados da avaliação de desempenho são:

 

  • Curva forçada: o gráfico em forma de chapéu concentra todas as notas medianas no meio, alcançando a parte mais alta da figura, para a esquerda ficam as notas abaixo desta média e à direita, as acima. Assim é fácil enxergar quem precisa evoluir em determinado quesito e quem já alcançou a excelência nele. 
  • Outliers: como em um mapa de calor, se concentram em forma de pontos os avaliados dentro da média, quem está fora da curva apresenta ou um alto ou um baixo desempenho para determinado quesito – ou na totalidade da avaliação.
  • 9box: essa matriz de avaliação funciona melhor para considerações pessoais. Se elenca dois indicativos, como desempenho e potencial, nos eixos do gráfico. Dentro  dele são elencadas nove competências. Assim é possível ver para qual competência o colaborador tem alto potencial mas baixo desempenho, por exemplo, ou qual item ele se destaca pelo alto desempenho e potencial. 

 

Feedback Individual

 

Esses gráficos podem ser usados durante a reunião de feedback. Assim, além da avaliação do gestor, o colaborador consegue enxergar como está seu posicionamento mediante a média da empresa, no que precisa melhorar e tem potencial, no que seu desempenho já é satisfatório e como esse desenvolvimento pode o ajudar a crescer dentro do negócio. 

Durante o feedback individual é importante também que o colaborador tenha espaço de fala, assim pode questionar percepções e fazer parte da construção do seu plano de desenvolvimento. O feedback é, acima de tudo, uma conversa. Tão importante quanto passar a visão geral para o profissional sobre o seu trabalho é entender se ele compreendeu e se sente confortável com os pontos a serem aprimorados. 

Ao olhar para o potencial do colaborador e em conversa é possível, por exemplo, entender que o desempenho pode ser melhor se o profissional atuar em outra área e fazer essa transição. 

PDI

 

A partir de tudo isso deve ser construído um plano de desenvolvimento individual como saída prática da avaliação. Este plano, de preferência, deve ser construído na reunião de feedback com a participação do colaborador. Ele é constituído por:

  • Definição dos objetivos e aspirações do colaborador, em sintonia com o planejamento estratégico da empresa; 
  • Desenho das suas competências e pontos fortes;
  • Análise do que precisa ser aprimorado para alcançar os objetivos;
  • Evolução dentro do negócio;
  • Agenda com  passo a passo de o que fazer para se desenvolver e alcançar seus objetivos.

Como realizar uma avaliação de desempenho?

 

Bom, agora é hora de fazer acontecer. Existem três fases que devem ser respeitadas na organização e operacionalização de uma avaliação de desempenho: a organização, a execução e a avaliação. 

Na primeira, alguns pontos precisam ser decididos:

  • Periodicidade (ideal é trimestral);
  • Tipo de avaliação (360º, 180º ou 90º) e método (objetivo, discursivo);
  • As perguntas;
  • Calendário de execução e avaliação. 

A execução engloba a escolha da plataforma que será utilizada para distribuir os questionários – existem softwares que contribuem para facilitar esse processo. Um simples formulário também pode ser usado, desde que anônimo — o problema aqui é que as pessoas podem não confiar em formulários vinculados aos seus e-mails e avaliar de forma amena por medo de não ser anônimo. Plataformas específicas geram maior confiança e garantem que as respostas sejam mais sinceras. 

Além da forma de distribuição, na execução é importante explicar o processo e pontuar sua relevância, para garantir o engajamento das pessoas. 

Na avaliação, além de manter sempre o mesmo peso, alguns desvios devem ser evitados ou levados em consideração, como: 

  •  Efeito Halo: O nome do arco que figura em cima da cabeça de anjos, simboliza um desvio que faz com que o avaliador enxergue com bons olhos tudo o que o avaliado faz, seja por conta de um período de bons resultados ou de alguma característica positiva marcante do colaborador.
  • Efeito Horn: Ao contrário do anterior, o efeito Horn, ou chifre em livre tradução, é quando o desvio é para o lado negativo. 
  • Efeito contraste: Comparar ações é uma maneira natural de medir o desempenho, até mesmo porque é preciso fazer uma média para saber o que está acima dela e o que precisa ser melhorado para manter um padrão. Porém, o avaliador precisa ter o cuidado para não gerar o efeito contraste, que consiste em sub ou superestimar um colaborador por conta da comparação com outro.
  •  Efeito Temporal: Um problema comum das empresas que deixam um período de   tempo muito grande entre uma avaliação e outra é o desvio temporal. Os avaliadores acabam levando em consideração fatos que aconteceram mais recentemente e acabam negligenciando o que aconteceu há mais tempo. Isso pode gerar tanto um viés negativo quanto um positivo na avaliação.

Para diminuir esses desvios o ideal é que antes de montar a avaliação final, as respostas sejam comparadas e analisadas por mais de uma pessoa. Se o líder é quem monta o balanço da avaliação e também um dos avaliadores, ele não vai enxergar um desvio próprio. 

Um profissional de recursos humanos que não participou da avaliação deve, idealmente, olhar para todas as respostas e sinalizar os desvios, para que o PDI e o feedback possam ser montados da forma mais fidedignas à realidade possível. 

Por fim, é importante atentar-se que a avaliação de desempenho não é um processo fechado, ela precisa estar em constante transformação. O perfil e a maturidade da empresa mudam ao longo dos anos, e a avaliação precisa acompanhar essa evolução para que seja uma métrica confiável, que contribua para o crescimento da organização e dos profissionais que a formam.