Por que devo cuidar do ciclo de vida do colaborador dentro da empresa?

Por que devo cuidar do ciclo de vida do colaborador dentro da empresa?

Antigamente, o papel da área de RH nas empresas era, basicamente, cuidar da burocracia de entrada e saída de colaboradores. Porém, para as companhias que entendem o papel estratégico do setor de recursos humanos, a atuação do mesmo começa antes da contratação e vai além do desligamento de um profissional.

Olhar para o ciclo completo de relacionamento de uma pessoa com uma empresa é essencial para uma contratação eficaz, produtividade, engajamento e melhora do clima organizacional. Assim, além de economizar recursos com TurnOver, as empresas ainda potencializam seus resultados com uma equipe motivada e produtiva.

Muito mais do que o papel burocrático, o RH hoje é peça fundamental para o crescimento saudável de uma empresa. O maior ativo dos negócios são seus colaboradores, sem eles, não há quem execute as funções essenciais para manter a empresa ativa. Se por um lado o mercado de trabalho apresenta bastante mão-de-obra disponível, por outro, é difícil encontrar colaboradores comprometidos, que tenham as habilidades necessárias para o trabalho, se encaixem na cultura organizacional e se mantenham satisfeitos.

Quando encontram este perfil de profissional, as empresas devem investir na sua retenção. Porém as ações para isso mudam de acordo com a evolução do ciclo de vida desta pessoa na empresa.

Conheça como o RH é estratégico no acompanhamento do ciclo de vida de um profissional dentro de uma empresa:

1- Atração e contratação:

Além dos processos de admissão, um RH estratégico se antecipa e pensa em ações de atração de talentos que tenham fit com a empresa. Isso pode ser feito por meio de iniciativas de employer branding, construindo uma forte imagem de marca empregadora e mostrando os benefícios que a empresa oferece a seus colaboradores. Assim, pessoas que se identificarem com o perfil da empresa irão se submeter às vagas.

2- Início das atividades:

Assim que o profissional entra na empresa, é essencial que seja feita um onboarding. Dessa forma, este se adapta à cultura organizacional e conhece os processos da companhia. Assim, o colaborador tem menos atrito no período inicial e consegue desenvolver seu trabalho e se sentir parte do negócio de forma mais rápida.

3- Evolução:

Durante seu ciclo de vida dentro de uma empresa, o profissional precisa se desenvolver. Por isso, ter um plano de carreira estabelecido e oferecer benefícios para o profissional aprimorar seus conhecimentos são estratégias que o aproximam da empresa e o fazem crescer. Se o colaborador enxerga um caminho claro para si dentro do negócio e a empresa dá subsídio para ele adquirir conhecimento para tal evolução, é facilitada sua retenção.

Além disso, é importante estar atento a evolução na vida pessoal do colaborador. Oferecer benefícios específicos para cada momento de sua vida, também faz com que o profissional não precise procurar tais ações em outras empresas.

4- Desligamento:

Caso aconteça alguma situação em que seja necessário o desligamento de um profissional, é preciso um acompanhamento além das questões burocráticas. O profissional que está saindo da empresa se sente mais livre para apontar possíveis pontos de melhoria ou exaltar ações positivas. Por isso, uma entrevista após o desligamento é essencial para  evoluir as práticas de RH das empresas.

Mudanças favoráveis

Se manter estático, neste caso, é negativo. Uma empresa que acompanha de perto e oferece mudanças positivas durante o ciclo de vida do colaborador, tende a ser um lugar mais agradável de se trabalhar e, portanto, tende também a reter mais talentos.

Ouvir o colaborador em todos os seus estágios dentro da organização é essencial para entender suas necessidade e incentivar a evolução conjunta: do negócio e do profissional.

Na sua empresa, existe um acompanhamento do ciclo de vida dos colaboradores? Conte para nós.

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