Na prática: como transformar dados em alta performance

Um novo conceito de gestão tem ganhado espaço no mercado a fim de humanizar  o relacionamento entre líder e liderado. O gerente de uma área, agora, é mais do que nunca responsável por garantir o aprimoramento e desenvolvimento dos colaboradores que atuam em seu setor. E só existe um jeito de fazer isso: com informação.

Mais do que saber se projeto A ou B está andando como deveria, se os OKRs estão sendo cumpridos ou se a performance está de acordo com o esperado, os gestores precisam entender as motivações, propósitos, pontos fortes e fracos de cada colaborador, além de ajudá-lo a se desenvolver de acordo com suas ambições. 

Só dessa forma é possível criar ambientes de trabalho realmente saudáveis, que ajudam no aprimoramento do profissional, o fazem se engajar com o negócio e, consequentemente, melhoram seus resultados.

 

Dados, a chave para a nova gestão com foco em resultados

Mas para conseguir ter essa aproximação e visão o gestor precisa conhecer os colaboradores e ter informações reais sobre os seus desempenhos e desenvolvimentos. Por isso que uma pesquisa de satisfação a cada ano e um feedback a cada três meses são insuficientes. É preciso estar próximo,  coletar informações e aplicar ações constantemente para entender as motivações de cada profissional e aprimorar sua performance. 

Basicamente, existem três formas de começar a ter uma gestão com base em dados a fim de aprimorar os resultados dos colaboradores:

 

1 – Feedback constante: as conversas para valorizar uma ação ou ajustar o rumo de outra precisam fazer parte da rotina entre líderes e liderados. Os profissionais não querem mais se sentir como uma peça substituível dentro do negócio e o feedback constante pode ajudar a mudar essa realidade. 

Nas conversas é importante angariar o máximo de dados possíveis e sempre mostrá-los: o colaborador vem evoluindo constantemente? Mostre a ele; no último feedback foi deixada uma ação para ser aprimorada? Mostre como isso impactou nos resultados do colaborador; e assim por diante. 

Para tornar esse momento realmente valioso lembre dê evitar qualquer distração, priorizar conversas rápidas e ser direto nos direcionamentos. 

 

2 – Colaboração: um ambiente colaborativo tende a ser mais produtivo por despertar o sentimento de pertencimento e ownership de um grupo com um projeto. Para criar isso utilize dados: entenda qual o perfil de cada profissional da equipe, o que os motiva, quando seus resultados são melhores, o que faz seus desempenhos caírem, as habilidades e pontos a serem melhorados de cada um – tudo isso pode ser mapeado durante os feedbacks. 

Assim, é possível criar times complementares, com pessoas que vão conseguir encontrar um mesmo propósito para o desenvolvimento de um projeto e trabalhar de forma mais engajada e produtiva. 

 

3 – Conexão: no fim, quando falamos de engajamento, propósito e desenvolvimento profissional estamos falando de conexão do profissional com a empresa, com suas atividades e seu time. Gerar conexão precisa ser algo natural, mas isso não significa que está fora do controle dos gestores. 

Ter informações sobre o desempenho dos colaboradores em determinadas atividades, olhar para o seu desenvolvimento, saber como as ações de engajamento da empresa impactam em seu trabalho, entender como é a relação entre os profissionais, ajuda os gestores a terem uma visão sistêmica da conexão de um determinado colaborador, acendendo alertas de onde aprimorar algo e o que valorizar.

 

Gestão mais humana e precisa

Tudo isso faz com que a gestão seja cada vez mais próxima dos colaboradores, com base em fatos reais para identificar como cada um pode se desenvolver da melhor forma e assim, impulsionar os resultados a partir de uma melhor performance. 

E na sua empresa, os gestores se aproximam dos colaboradores por meio de dados? Conte para gente como funciona.

Na sua empresa, como o trabalho em times funciona? Conte para gente.