A felicidade melhora os resultados da empresas

A felicidade melhora os resultados da empresas

O faturamento é consequência de diversos fatores. Além de vendas, a empresa precisa se atentar aos processos de desenvolvimento e execução do serviço/produto, atendimento ao cliente, controle financeiro interno, controle de qualidade, entre outros.

Todos estes processos são efetuados por pessoas, então não é exagero quando ouvimos que “o maior bem de um negócios são seus colaboradores”.

Quando as pessoas que trabalham em determinada empresa não estão satisfeitas com o seu serviço e exercem sua função de forma sistêmica abaixo do potencial pleno, o consumidor sente o impacto na qualidade do serviço/produto e no atendimento.

Uma empresa funciona da mesma forma que uma máquina, se todas as engrenagens não estiverem rodando de forma adequada, cedo ou tarde, a máquina apresentará algum problema.

E vamos além na comparação, se uma engrenagem está exercendo sua função de modo falho, ela irá sobrecarregar outras, que também não farão o seu trabalho da forma esperada, acarretando em um problema maior.

Assim como a máquina precisa que tudo funcione corretamente, as empresas necessitam que seus colaboradores executem suas tarefas de forma adequada.

E para estimular que cada trabalhador tenha condições de exercer sua função de modo pleno, é preciso ter técnicas de engajamento que melhorem a produtividade.

Engajamento = rentabilidade

De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup em 2017, colaboradores muito engajados ajudam a melhorar indicadores como satisfação do cliente.

Segundo o estudo, funcionários engajados têm um volume de vendas 20% maior do que os que não se identificam com a empresa.

Colaboradores que não atuam diretamente com vendas também fazem a diferença quando engajados: a pesquisa revelou que o desempenho destes é 147% maior do que o dos não engajados.

A lógica é simples, se o colaborar vê valor no que ele está entregando, percebe que a empresa admira o seu serviço, se sente parte do negócio e está feliz com seu trabalho, ele faz o seu melhor para ver o negócio, e a sua carreira consequentemente, prosperarem.

Além disso, o colaborador feliz se torna um “vendedor” da marca. Além de indicar e garantir a qualidade dos serviços e produtos ofertados, ele ainda indica o negócio para outros profissionais competentes que querem um lugar agradável para atuar.

Felicidade como combustível para o engajamento

Tudo parece muito bom e fácil na teoria, mas na prática, apenas 13% dos colaboradores são engajados, de acordo com a pesquisa do Gallup. Diferente das engrenagens do exemplo anterior, o que mantém a qualidade da execução dos serviços são questões humanas.

Olhar para cada colaborador e entender suas necessidades pode ser um diferencial competitivo. Saber o que o funcionário precisa para ter felicidade no trabalho é essencial para estimular o engajamento e, logo, a maior lucratividade do negócio.

Para isso, é essencial feedbacks constantes. Além de entender o que incomoda cada colaborador, essa ferramenta possibilita que este enxergue onde pode melhorar e ainda destaque ações que considera positivas.

Por mais que a felicidade seja algo subjetivo, sua medição precisa ser metrificada para que as áreas de RH das empresas possam aumentar o índice de engajamento.

O feedback traz estes dados. Com medição de um termômetro de humor, por exemplo, onde os funcionários dizem como estão se sentindo a cada dia, a área de gestão de pessoas consegue ter dados reais de quando um funcionário está insatisfeito, acendendo um sinal de alerta.

Com feedbacks integrados a este termômetro, é possível identificar as causas da insatisfação e evitar que isso se torne um problema maior.

Retenção de talentos

O funcionário insatisfeito e não engajado, não permanece na empresa caso encontrem uma outra oportunidade – mesmo se for para ganhar menos.

A alta rotatividade acarreta em treinamento de novas pessoas, adaptação destes profissionais aos processos da empresa, curva de aprendizado sobre as necessidades dos clientes, entre outros custos de contratação e demissão.

Na ponta, o cliente sente esta instabilidade e pode até chegar a cancelar contratos.

Felicidade é dinheiro

Investir em ferramentas que mapeiem o humor dos colaboradores, extraiam dados do que estes necessitam, os motivem e engagem, portanto, é investir na felicidade dos colaboradores que irão contribuir para a empresa alcançar resultados cada vez melhores.

Os seus funcionários são felizes? Conte para a gente como você estimula um ambiente agradável na sua empresa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.