5 dicas de como engajar colaboradores que trabalham à distância

5 dicas de como engajar colaboradores que trabalham à distância

Engajar os colaboradores não é uma tarefa fácil. Para suprir parte dos desafios envoltos nesta atividade foi que surgiram os escritórios “descolados”, com espaços de descompressão, mesas de jogos, comida à vontade e horários flexíveis. Mas e se não for possível usar dessa estrutura e da cultura organizacional latente nestes espaços para manter o engajamento?

Engajar os colaboradores que atuam de forma remota, ou até mesmo os que eventualmente trabalham em home office, é uma dor de cabeça para os gestores. A prática de liberar o colaborador para trabalhar de casa quando necessário – e possível – vem ganhando popularidade entre os empresários e gestores por conta da liberdade que entregam ao profissional – o que por si só já seria um fator potencial para gerar engajamento

Uma pesquisa pela ADP Research Institute colabora para a efetividades desta prática. Os dados mostraram que 29% dos funcionários que atuam remotamente se dizem totalmente engajados, contra 18% que atuam em escritórios. O estudo ouviu quase 20 mil pessoas de 19 países. 

Mas o que na teoria é positivo, na prática pode tomar outro rumo. Isso porque longe do ambiente de trabalho é mais difícil de ter o controle sobre a boa experiência que o profissional tem durante o expediente, a comunicação é prejudicada e é difícil manter um padrão de produtividade. As empresas ainda não se adaptaram totalmente a este modelo de trabalho e sentem dificuldade em driblar os problemas e manter este engajamento elevado.

Cinco fatores podem ajudar os negócio, porém, a potencializar o engajamento de colaboradores que estão fora do escritório, conheça:

1- Comunicação:

Essa é a chave do sucesso de uma política de home office. Os gestores precisam garantir que o colaborador não se sentirá excluído por estar fora do escritório e nem tão pouco sozinho frente aos desafios. A comunicação precisa ser constante e natural: no escritório o profissional não teria que  mandar um report de o que fez no fim do dia, por que em casa precisaria?

A dica é: manter uma comunicação igual a pessoalmente. O gestor deve perguntar como está indo o trabalho, entender os desafios, fazer uma call para alinhar processos se necessário, se manter sempre como se estivesse ao lado do colaborador. 

A interação entre os profissionais da empresa em grupos também é importante neste caso. Assim, o colaborador que está em casa não se sente sozinho e pode atuar com seus pares de forma natural. 

2 – Planejamento:

Trabalhar de casa não é de longe sinônimo de folga, muito pelo contrário, muitos colaboradores afirmam render mais neste ambiente. Para se ter uma segurança tanto do lado da empresa, quanto do profissional, o ideal é que se siga um planejamento. Mas como falamos, este não precisa ser em forma de report das atividades diárias.

O ideal é cada profissional ter um planejamento mensal ou semanal das atividades que precisa cumprir. Ele será cobrado por isso durante e no fim do ciclo, portanto, entende a necessidade de cumprir prazos. Sendo assim, é fácil para o gestor identificar o que está sendo realizado pelo colaborador mesmo este estando longe e para o profissional é garantida a segurança de que o trabalho está sendo visto.

Ter uma plataforma de gestão de tarefas pode ajudar muito nestes casos.

3 – Reconhecimento: 

Não é porque o colaborador está fora do escritório que seu trabalho não precisa ser reconhecido. Receber um elogio público e ter o reconhecimento dos colegas é essencial para manter o engajamento. Por isso, mesmo quando o trabalhador estiver em outro ambiente, o gestor pode mandar um e-mail ou compartilhar uma conquista dele por uma plataforma com todos da empresa. 

4 – Participação:

Geralmente as empresas têm diversas ações de engajamento, sejam cursos internos, aulas específicas ou horários de descontração. Excluir o colaborador que está fora do escritório desses momentos é o primeiro passo para  deixá-lo desengajado. 

Com a tecnologia é possível participar de qualquer atividade à distância. Se esta envolve interação ou movimentos físicos, pense em ferramentas de comunicação, vídeos ou tutoriais que podem ser seguidos pelos profissionais que estão em outros ambientes. 

Não tem desculpa para deixar o colaborador de fora. 

5- Feedback:

Não deixar o profissional no escuro é essencial em todas as situações, mas quando este está em home office é ainda mais importante. Por não poder sentir como está a evolução das atividades no escritório e não estar inserido no mesmo clima, o profissional precisa saber se está alinhado com os propósitos da empresa, com a rotina dos colegas, com as conquistas e os desafios. Só existe uma forma de fazer isso: feedback.

O gestor precisa mostrar quais os pontos fortes e as atividades bem desenvolvidas pelo colaborador e como este pode melhorar. Assim, mesmo em outro ambiente, ele se sentirá engajado para alcançar os objetivos da empresa. 

Mantendo-se presente

Existem muitas ferramentas, enfim, que podem ajudar em cada um destes processos e contribuir para o engajamento do colaborador, independente de onde é que ele esteja. O melhor jeito de saber o que funciona para sua empresa é fazendo testes e ouvindo os profissionais – principalmente os que trabalham remotamente. 

E aí na sua empresa? Como  engajam os colaboradores em home office?

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